10 Técnicas de estudo de acordo com sua real eficiência, segundo a ciência

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Associação da Ciência Psicológica dos Estados Unidos (APS), levantou as 10 técnicas de estudo mais comuns em uma pesquisa inédita, concluindo quais eram mais, ou menos eficazes. E como a gente é muito amigo, fizemos um resuminho pra você, tudo organizado em ordem decrescente de eficiência. Se liga!

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10. Grifar

A técnica mais usada de todos os tempos, talvez pela sua facilidade, já que é só passar o marca texto e pronto, o conteúdo já foi “todo arquivado na cabeça”.

Porém, foi a técnica que apresentou menor eficácia na assimilação de conteúdo, pois como não requer quase nenhum esforço, o cérebro não reconhece a importância da atividade e não grava nada só porque tá colorido.

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9. Releitura

Para essa técnica surtir efeito é necessário que a releitura seja feita imediatamente após a primeira leitura do conteúdo, caso contrario, em nada vai ajudar no seu desempenho.

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8. Mnemônica

Essa técnica é bastante utilizada nas matérias de química, física e matemática. Consiste em fazer aquelas musiquinhas ou frases de efeitos para decorar o conteúdo.

O problema dessa técnica é que o assunto deve ser revisado antes da prova, pois ela depende exclusivamente da memória a curto prazo. Agora imagina você que fez mil músicas com o conteúdo e mistura todas, sem saber onde fica cada verso da canção.

7. Associação por imagens

Fazer tabelas, mapas, infográficos mentais nem sempre são eficientes. De acordo com o estudo, esse engessamento do conteúdo corta a criatividade dos alunos, o que pode fazer falta durante a prova, pois em muitas situações terá que analisar casos hipotéticos.

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6. Resumos

Produzir resumos é uma das atividades preferidas dos estudantes, mas o estudo afirmou que essa técnica é pouco eficaz para melhorar o entendimento da matéria estudada. Porém, a técnica se mostrou com bom desempenho nas provas discursivas, mas para os alunos que fizeram provas objetivas, quase que não se teve proveito.

5. Interrogar-se

Durante provas discursivas às vezes  é muito comum dar aquele famoso branco na mente. Para evitar isto, utilize-se do “por quê?” durante as horas de estudo.

Sempre que se deparar com algum fato que achar importante, interrogue-se, procure saber as causas e os efeitos. Durante essa pesquisa o seu cérebro fará maior esforço para se concentrar e guardar as informações.

4. Auto-explicação

O negócio é ser seu próprio professor. Diante de um espelho você pode ler em voz alta e explicar os assuntos para você mesmo, importante lembrar de usar a entonação para indicar os assuntos mais relevantes. É importante também que você use as próprias palavras na hora da explicação.

3. Intercalar matérias

Não adianta tirar o dia pra estudar uma matéria só, o cérebro rapidamente vai se cansar e querer mudar de assunto. Para continuar concentrado o ideal é dividir suas horas de estudos para matérias diferente, se você tem 6 horas por dia, tente transitar por 3 ou 4 matérias.

2. Distribuir a prática

Nada de deixar tudo pra véspera da prova. O estudo comprovou que distribuir o conteúdo durante os dias da semana é muito mais eficaz do que decorar tudo algumas horas antes.

Além disso, a pesquisa enfatizou que você precisa estudar de 10% a 20% do tempo que você precisa para manter o assunto na cabeça. Ou seja, você precisa lembrar de uma matéria por 5 anos, estude ela a cada 6 meses.

1. Praticar testes

Essa técnica consiste em fazer provas, resolver questões, lidar na prática com o que pode ser encarado na hora do vâmo-vê. Familiarizar-se em resolver questões dará mais habilidade na hora da prova.

Vale ressaltar que esse estudo afirmou o grau de eficiência de acordo com o desempenho da maioria das pessoas, mas uma técnica pode ser bastante eficiente pra você e ter sido classificada com baixo grau de utilidade.

– Bons estudos!

 

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