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Amazon Fire TV Stick: a melhor alternativa ao Chromecast

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Depois do Kindle, a Amazon inaugura mais uma grande linha de produtos no mercado brasileiro: Fire TV. O primeiro modelo a desembarcar no país é o Fire TV Stick, um dispositivo compacto que se conecta a uma TV para fazer streaming de conteúdos do Prime Video, Netflix, YouTube e outros serviços, em destaque o Amazon Prime Videos, concorrente ao NetFlix com muitas produções próprias muito boas.

Custando R$ 289, ele concorre em preço com o Chromecast e possui um formato que lembra o gadget do Google, mas tem diferenças importantes: é totalmente independente do smartphone, acompanha um controle remoto e apresenta uma interface completa, bem parecida com a que encontramos em Smart TVs.

Vale a pena? Eu passei os últimos dias com o Fire TV Stick e conto tudo nos próximos minutos.

O Fire TV Stick (na verdade, Fire TV Stick Basic Edition) lançado no país é o mais simples da família. Nos Estados Unidos, a Amazon também comercializa uma variante com a assistente pessoal Alexa, além de um modelo mais completo, chamado simplesmente de Fire TV, que é capaz de reproduzir conteúdos em 4K e tem hardware mais potente.

A grande diferença entre o Chromecast e o Fire TV Stick é que, enquanto o primeiro funciona como um retransmissor, recebendo comandos do smartphone e fazendo streaming da internet, o dispositivo da Amazon é totalmente independente, com uma proposta mais parecida com a da Apple TV (só que mais simples e custando um quarto do preço).

A instalação é simples: basta conectar o Fire TV Stick a uma entrada HDMI (há um cabo extensor incluso, se você não tiver muito espaço na traseira do televisor) e um cabo de alimentação na porta Micro USB. A Amazon manda um adaptador de tomada de 9 watts, mas a entrada USB da minha TV foi suficiente para energizar o dispositivo. Depois de fazer login na sua conta da Amazon, ele está pronto para ser utilizado.

Todos os comandos são feitos pelo controle remoto, que funciona com duas pilhas AAA. A interface é dividida em três abas: Tela inicial, que mostra aplicativos, jogos, filmes e séries; Categorias, com recomendações de conteúdos sobre esportes, música, viagem e outras seções; e Configurações, onde é possível se conectar à rede Wi-Fi e acessar recursos bacanas que comentarei adiante.

O que é legal?

O Fire TV Stick é prático. Ele não exige um smartphone para nada, por isso, nenhum membro da família precisa instalar um aplicativo ou aprender a se conectar ao dispositivo. O aplicativo para Android e iOS é basicamente uma versão virtual do controle remoto físico. A vantagem em instalá-lo é poder digitar com o teclado do smartphone (em vez de cansar os dedos apertando teclas direcionais).

Isso também significa que um dos problemas mais irritantes do Chromecast deixa de existir: meu smartphone frequentemente perde a conexão com o set-top box do Google, o que dificulta pausar ou avançar um vídeo, por exemplo. Além disso, é possível navegar no catálogo da Netflix ou nas suas inscrições do YouTube diretamente na TV, o que é mais confortável do que na tela pequena do celular.

Outro fator bacana é que o Fire TV Stick é bem “hackeável”. Por rodar Fire OS, o Android modificado da Amazon, ele é compatível com vários aplicativos da plataforma do Google. Há quem instale softwares como o media center Kodi ou emuladores de games, aproveitando o fato de que é possível conectar um gamepad por Bluetooth. Mas, na prática, não é preciso fazer nenhuma gambiarra para ter uma boa experiência.

Falando em games, há uma grande seleção para o Fire TV Stick, incluindo Asphalt 8: AirbornePac-Man 256Lego Mighty Micro e Flappy Birds, que podem ser boas opções para passar o tempo (ou quando a internet estiver ruim para ver Netflix). O catálogo também conta com títulos como Sonic The HedgehogCarmageddon e Grand Theft Auto: Vice City, mas eles são pagos e exigem um joystick conectado.

Vale a pena?

Sim, se você souber das limitações dele. Eu gostei do Fire TV Stick no que ele se propõe a fazer de melhor: transmitir conteúdo por streaming do Prime Video, Netflix, YouTube, Spotify e outros serviços. Na verdade, para essa tarefa, ele é melhor que o Chromecast, já que não exige um smartphone, não perde sincronia e tem um controle remoto que funciona muito bem.

Onde comprar?

Diretamente no site da própria Amazon, aqui.

Na prática, o Fire TV Stick é uma Smart TV que você pode levar para qualquer lugar. Depois de configurado, basta ter um televisor com entrada HDMI e uma conexão Wi-Fi para aproveitá-lo. Ele quase não tem serventia para quem já possui uma Smart TV com sistema operacional decente (caso dos modelos mais novos com Tizen e webOS), mas pode ser um companheiro em viagens ou para fazer um belo upgrade na TV antiga.

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