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Android Studio 2.0 introduz o Hot Code Swapping

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foto_ramos Android Studio 2.0 introduz o Hot Code Swapping

Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Android Studio 2.0 já está disponível na versão canary, e o foco das melhorias nesta versão é tornar o desenvolvimento tão flexível quanto possível, incluindo a aplicação de hot code swapping, builds e emulador mais veloz, GPU Profiler e Debugger, e execução de vários tipos de testes ao mesmo tempo.

Talvez a melhoria mais significante do Android Studio 2.0 seja o Instant Run. Uma mudança no código é imediatamente (1-2 segundos) implantada no dispositivo conectado ou um emulador e executado sem passar por uma compilação completa ou incremental e implantação do APK. Essa funcionalidade foi demonstrada durante o Android Dev Summit 2015 (vídeo). Isso será disponibilizado em praticamente todos os emuladores em uso hoje e a cada dispositivo físico atual que executa Android ICS ou posteriores.

Atualmente, o Instant Run supporta mudanças na implementação de métodos de instância ou estáticos e adicionar/remover uma classe. Também pode manipular mudanças para recursos de string, mas isso requer a reinicialização da activity relacionada. Uma série de mudanças não são mais suportadas, como: edição de anotações, campos, métodos, assinaturas, etc. Mas, o Google está trabalhando para suportá-las nos próximos meses.

O Android Studio 2.0 vem com uma série de outras melhorias:

  • O build inicial está de 2 a 2.5 vezes mais rápido;
  • Builds incrementais acontecem em “poucos segundos”;
  • Os emuladores estão incrivelmente mais rápidos que já foram antes. Um gráfico mostrou a velocidade do emulador do ADB sendo 15x mais rápido do que o Android Studio Emulator 1.0 e mais que 5 vezes mais rápido no dispositivo (Nexus 6) devido à um melhor I/O. O emulador também usa SMP para tirar vantagem dos múltiplos núcleos existentes em uma máquina de desenvolvimento;
  • A interface de usuário do emulador foi reescrita para suportar drag and drop e redimensionamento;
  • A IDE suporta outras formas de emulação: GPS (incluindo múltiplos pontos simulando uma rota), chamadas e mensagens de texto, estado da bateria;
  • Foi construído e recentemente liberado no IntelliJ 15;
  • Tanto o Android como os testes unitários podem ser executados ao mesmo tempo;
  • Foi adicionado suporte para ligação profunda incluindo a verificação se o Google Search pode indexar a aplicação corretamente.

Por último, mas não menos importante, o Android Studio 2.0 tem um GPU Profiler e Debugger que pode reproduzir uma cena quadro a quadro. Esta ferramenta é atraente para desenvolvedores que trabalham com OpenGL ES em mapas, vídeos e jogos.

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