Brasil está fora de acordo que elimina tarifa de eletrônicos em 80 países

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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O Brasil não está envolvido no acordo comercial que pode eliminar tarifas de importação de mais de 200 produtos do mercado de tecnologia, videogames e semicondutores. O pacto deve ser assinado até o final desta semana por 80 países na primeira grande negociação de tarifas na Organização Mundial do Comércio, a OMC, em 18 anos.

Isso porque o Brasil negou os termos do Tratado Internacional de Tecnologia da Informação durante o processo de constituição do projeto de isenção de tarifas. Segundo o presidente da Abinee (Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica), Humberto Barbato, o país nunca almejou ingressar nesse acordo já que isso prejudicaria a indústria nacional frente aos baixos custos dos produtos chineses.

“Nunca quisemos participar do tratado. Se isso acontecesse, praticamente não teríamos mais indústria eletroeletrônica no país”, diz ele, tentando explicar que o cenário de preços baixos na China, alto custo de produção no Brasil e o câmbio valorizado é amedrontador para a economia nacional.

Já Estados Unidos, China, Coréia do Sul e União Europeia, que representam 97% do comércio mundial de tecnologia, aderiram ao acordo, que é discutido há anos entre as principais potências econômicas do mundo. A comercialização dos produtos englobados no tratado movimentam cerca de US$4 trilhões por ano, e o novo acordo têm potencial para reduzir preços em até US$1 trilhão do montante geral.

Com informações de Olhar Digital

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