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Empresa vai lançar chips de mineração de bitcoins para smartphones

foto_ramos Empresa vai lançar chips de mineração de bitcoins para smartphones

Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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A startup 21 anunciou na última segunda-feira que vai lançar chips de mineração de bitcoins para smartphones. Chamado de BitShare 21, o pequeno aparelho poderá ser incorporado em qualquer dispositivo conectado á internet como um chip autônomo ou integrado em qualquer chip existente.

A mineração de bitcoins é feita através do processamento de um grande número de dados e gera ao usuário uma remuneração em moeda virtual. Até agora, o processo só se torna possível quando o usuário utiliza computadores potentes, mas a startup afirma que em breve o cenário deve mudar.

Além do dinheiro 

Para quem já estava pensando em ficar milionário usando o celular, é preciso ter calma. A proposta não quer necessariamente gerar bilhões de bitcoins, e sim criar uma moeda mais abrangente, que poderá substituir os meios de pagamento utilizados atualmente. “Estamos menos preocupados com o bitcoin como um instrumento e mais interessados nele como um protocolo – e particularmente nas utilizações industriais habilitadas pela mineração incorporada”, explica o CEO Balaji Srinivasan em um post no Medium.

Além da tarefa principal, a empresa defende outros benefícios da adoção da mineração incorporada, como a autenticação descentralizada de dispositivos e o subsídio de smartphones em países em desenvolvimento. “Acreditamos que a aplicação mais significativa a longo prazo pode ser reduzir o custo inicial de dispositivos conectados à internet para torná-los mais acessíveis. Com a mineração incorporada podemos, em teoria, estender o modelo de subsídio para qualquer dispositivo habilitado para internet, transformando um custo inicial de montante fixo para um custo potencialmente mais gerenciável ao longo do tempo”.

A 21 propõe ainda a divisão de uma porcentagem do que é extraído com o proprietário do dispositivo. “Sentimos que essa pode ser uma virada no jogo: o processador bitcoin de um smartphone poderá ser tão importante na escolha de um dispositivo como a memória RAM, a CPU e o armazenamento interno”, afirma Srinivasan.

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