Melhorando o desempenho cognitivo em empresas de TI

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Pontos Principais

  • Transformar o poder cerebral em um software comercialmente viável é o objetivo da maioria das empresas de TI, ainda que poucos líderes considerem o desempenho do cérebro como um fator chave para a melhoria de performance.
  • 90% das pessoas que trabalham com desenvolvimento de software não fazem as coisas que precisam ser feitas para garantir que seus cérebros estarão preparados para o trabalho todos os dias.
  • Profissionais de desenvolvimento de software deveriam considerar-se atletas cognitivos, com uma postura de fazer o possível para torná-los o mais preparado possível para suas atividades
  • Educação pró-ativa e iniciativas são necessárias para criar uma cultura na qual liderança e desenvolvedores fazem as coisas certas para entregar seus objetivos todos os dias.
  • A performance cognitiva precisa estar no centro do processo de criação de um local de trabalho em empresas de TI, ao invés do foco ser o melhor aproveitamento do espaço.
 

O termo fitness é amplamente conhecido quando falamos a respeito do corpo, de atividade física. Porém, você conseguiria relacionar fitness com o cérebro?

A aptidão cognitiva (cognitive fitness) é um estado de alerta do cérebro que otimiza sua capacidade para raciocinar, lembrar, aprender, planejar, e se adaptar.

Profissionais de desenvolvimento de software (ES) deveriam considerar-se atletas cognitivos, haja vista seu extenso trabalho pensante. Entretanto, 90% dos ES não adotam uma atitude diária para que seus cérebros estejam em excelente forma.

 

Pense em um atleta esportivo, em tudo o que envolve sua rotina: exercício físico, alimentação, sono, etc. O cérebro, bem como o corpo, também precisa de cuidados diários, e certas atitudes, escolhas de estilo de vida e exercícios podem melhorar a aptidão cognitiva.

Esse artigo é baseado no resultado do estudo “A aptidão cognitiva“, encomendado pela empresa Advanced Workplace Associates (AWA) em parceria com o ‘Centro de gerenciamento baseado em evidências‘.

 

Quão ‘em forma’ estão os cérebros de quem trabalha na engenharia de software quando vão trabalhar todos os dias?

A ferramenta mais importante no kit de ferramentas de um ES é o cérebro. Porém, poucas organizações se dedicam a criar as condições para que seus profissionais usem o máximo da capacidade de seus cérebros, e consequentemente, perdem no desempenho do desenvolvimento de software.

No mundo da engenharia de software, o valor vem da criatividade, da precisão e do conhecimento dos engenheiros. Um atleta esportivo não participa de uma competição se não estiver em boa forma e condição física. Diferentemente, ninguém parece se importar com o estado mental das pessoas quando elas chegam para o trabalho nos escritórios.

A capacidade intelectual é essencial no mundo da engenharia de software.

Sabemos que o crescimento e lucro das organizações dependem de muitos fatores, mas no mundo da engenharia de software a capacidade intelectual é essencial. Então, é preciso entender como maximizar o desempenho desse poder intelectual. E não se trata apenas do desempenho individual, as pessoas formam equipes que se tornam coletivamente o cérebro “coletivo” da organização.

Quando os EC chegam ao trabalho com o cérebro em boa forma, eles se lembram mais, se concentram melhor, tomam melhores decisões mais rapidamente e consequentemente podem contribuir mais. Com base no resultado do estudo, a AWA acredita que existe um enorme potencial para aumentar o valor dos engenheiros de software através de seu desempenho cognitivo.

Os cinco domínios-chave do cérebro

A neurociência reconhece e é capaz de medir cinco domínios-chave do cérebro. São eles:

  1. Atenção/concentração: é a capacidade de se concentrar em estímulos visuais, auditivos ou sensoriais, e filtrar distrações indesejadas.
  2. Funcionamento executivo: é a capacidade de planejar estrategicamente suas ações e gerenciar as mudanças conforme necessário.
  3. Precisão psicomotora e de velocidade: é o tempo de reação, ou a velocidade de processamento e funções relacionadas que lidam com a rapidez com que você pode reagir aos estímulos e processar informações.
  4. Memória episódica: é a capacidade de codificar, armazenar e recuperar informações. Ela é como um grande gravador multi-sensorial que captura tudo o que você presta atenção, não apenas palavras e imagens, mas também informações sensoriais, como por exemplo, o cheiro.
  5. Memória de trabalho: esta é a parte do cérebro responsável por processar informações novas e já armazenadas. Desempenha um papel importante para o raciocínio, compreensão, aprendizagem e atualização de memória.

Definidos os domínios, é possível associar essas funções do cérebro às atividades que os ES desempenham. No modelo ágil, os engenheiros de software e analistas de sistemas discutem requisitos com a área de negócios, traduzem esses requisitos para especificações técnicas, documentam essas informações, comunicam-nas a outros membros da equipe, e depois as codificam e as testam.

Cognitivamente, esses profissionais concentram sua atenção em diferentes tarefas; planejam suas ações (e às vezes de outros membros da equipe também) em um, muitas vezes curto, espaço de tempo; armazenam informações e aprendem em sua memória episódica e, em dado momento, lembram-se (memória de trabalho) delas para usá-las com outras informações, para então gerar novos softwares, e entregarem “valor”.

Com este exemplo, podemos entender o quanto o desempenho de cada um desses cinco domínios é crítico para um trabalho efetivo.

Sobre o estudo ‘Aptidão cognitiva’

O objetivo da AWA com esse estudo era identificar os fatores que fazem a maior diferença para o desempenho do cérebro, e trabalhar em cima desse resultado de forma a aumentar a produtividade dos ES.

A principal questão da pesquisa foi “O que a literatura científica sabe a respeito dos fatores que afetam o desempenho cognitivo (concentração, memória, precisão, resolução de problemas, tomada de decisão) como nutrição, hidratação, qualidade do ar, sono, aptidão física, postura, design do local de trabalho, propriedade do espaço, e cultura do local de trabalho?

O que se sabe a respeito dos fatores que afetam o desempenho cognitivo no local de trabalho?

O diagrama abaixo, resultado da pesquisa, mostra os fatores que têm impacto positivo e negativo no desempenho cognitivo. Quanto maior o círculo, mais evidências foram encontradas. A cor representa o tamanho do efeito que o fator tem – pequenos efeitos só são visíveis através de um exame cuidadoso, os médios são visíveis ao observador cuidadoso, e os grandes efeitos podem ser vistos facilmente por qualquer pessoa, pois são substanciais.

Dada a natureza do trabalho dos ES, esses fatores são críticos. Então, vamos examiná-los um a um.

  • Café da manhã

A pesquisa confirma que o café da manhã tem um alto impacto no desempenho do cérebro. Ele é particularmente importante porque, se você dorme por mais de 6 horas, seu suprimento de fluidos, nutrientes e açúcares está esgotado e, portanto, o café da manhã é o momento de reabastecê-los. Logo, ‘pular’ o café da manhã significará uma maior dificuldade em obter os níveis diários recomendados de vitaminas e nutrientes que o corpo e mente precisam, já que o organismo terá que esperar muitas horas para se reabastecer.

Estudos já demonstraram que o comprometimento de funções neurológicas como habilidades motoras, processamento de informações, e memória, estão ligados à hipoglicemia (falta de açúcar) e subnutrição.

A importância do café da manhã não é uma surpresa no mundo dos esportes. Cientistas da área esportiva sabem há algum tempo que a nutrição otimizada ajuda no desempenho e concentração em períodos prolongados de alto estresse físico e mental.

  • Hidratação

A pesquisa mostra que o desempenho cognitivo cai fortemente se os níveis de água do corpo caírem até 2% do peso corporal. Não importa quão leve, a desidratação pode causar desequilíbrio nas funções corporais. Os sintomas incluem dor de cabeça, sensação de cansaço e fraqueza, confusão e mudanças de humor.

A desidratação pode afetar adversamente a capacidade cognitiva e interferir no desempenho associado a habilidades como percepção, capacidade espacial, atenção, memória imediata e interação cérebro/física.

  • Sono

Pesquisas concluem que a privação do sono tem um impacto negativo sobre quase todas as funções cerebrais, como a tomada de decisões, a resolução de problemas, a lembrança de coisas, o controle das emoções e comportamento, e lidar com mudanças. Os tempos de reação podem ser mais lentos, mais erros podem ser cometidos, e as tarefas geralmente demoram mais a serem concluídas.

Durante o sono, o corpo está ocupado reparando músculos, consolidando memórias, liberando hormônios, removendo do cérebro ‘o que é desnecessário’, e regulando o crescimento e o apetite. Não dormir o suficiente significa não dar ao corpo o tempo necessário para completar todas as tarefas. Como consequência, isso significa acordar menos preparado para se concentrar ou tomar decisões. Tudo isso afetará o desempenho e também as relações no trabalho.

  • Exercício físico

Há um número substancial de pesquisas relacionadas aos efeitos de uma única sessão de exercício sobre o desempenho cognitivo. A premissa subjacente a isso é que as mudanças fisiológicas em resposta ao exercício têm implicações positivas para a função cognitiva. Os resultados são mistos, mas os pesquisadores geralmente concluíram que há um efeito pequeno, mas positivo.

  • Cafeína

cafeína é encontrada no café, chá, bebidas energéticas, chocolate, e em muitas bebidas efervescentes. A forma como ela parece funcionar é interagindo com os receptores de adenosina no cérebro.

A adenosina regula os ciclos de dormir e acordar. Enquanto você está acordado, ela vai se acumulando no cérebro, e após um tempo, faz com que você se sinta sonolento, encorajando-o a descansar e a dormir.

A cafeína por sua vez, impede o cérebro de detectar a adenosina, então os sinais para desacelerar e descansar não são recebidos – e mais do que isso, o corpo se prepara para a ação. Assim, ela pode ser usada de forma moderada como um estimulante suave para o sistema nervoso central, ajudando na melhora do desempenho mental, na atenção, e concentração quando você estiver executando tarefas que exigem foco em detalhes, ou quando se sentir cansado.

  • Glicose

A glicose é um tipo de açúcar (normalmente obtida dos carboidratos) e é a principal fonte de energia para o cérebro humano. Estudos mostram que cérebro usa mais glicose durante tarefas mentais particularmente desafiadoras, logo, um suprimento inadequado de glicose resultará em uma diminuição significativa no desempenho cognitivo.

  • Ruído (barulho)

ruído é uma das principais fontes de distração no ambiente de trabalho, levando a redução no desempenho e até mesmo ao aumento dos níveis de estresse.

A capacidade de reter e manipular informações por breves períodos de tempo é um aspecto fundamental do funcionamento cognitivo efetivo, a memória de trabalho. Porém, está memória é muito vulnerável à interferência de uma variedade de coisas – incluindo diferentes aspectos do ruído.

Os pesquisadores descobriram que, quando as demandas de trabalho são altas, o ruído tem um grande impacto (negativo), pois é visto como uma “carga” adicional, exigindo recursos adicionais para combater seu efeito. Por outro lado, quando as tarefas são fáceis e não precisam de muita atenção, alguns ruídos que distraem podem realmente reduzir a demanda em nossos cérebros, tendo assim uma influência positiva.

Diferentes tipos de ruído e o impacto de sons adicionais para mascarar ou mitigar o impacto do ruído no local de trabalho foram estudados e apresentaram resultados mistos, mas ainda assim muito úteis. Veja a seguir:

ruído de fundo pode ter um impacto considerável no desempenho, particularmente na precisão. Esse impacto vai variar de acordo com a natureza da tarefa, o som/tipo do ruído e o tempo que ele dura.

Ser capaz de ouvir claramente uma conversa é uma distração, mesmo que você não preste atenção ao que está sendo dito. A pesquisa mostra que o nível de “inteligibilidade” do discurso está diretamente relacionado à quantidade de distração que ele causa na memória de trabalho, enquanto que uma “falação” distrai menos, já que o cérebro não está tentando entender e seguir a conversa.

Música ambiente em um escritório não reduz o impacto do ruído do escritório (ruído de fundo, vozes, e conversas) e tem impacto na atenção e no desempenho. Pior ainda se a música tiver letras – quanto maior o estímulo ou conteúdo de informação na música (música com letras produz um estímulo complexo), maior o efeito negativo na concentração e atenção, pois esta consome capacidade cognitiva.

  • Temperatura

A pesquisa mostra que há um efeito negativo significativo em nossa cognição quando a temperatura é alta (ou seja, acima de 30C) e, embora os fatores subjacentes não sejam bem compreendidos, é amplamente reconhecido que a temperatura é a forma modal de estresse – ligada à nossa própria sobrevivência. Acredita-se que temos uma maior tolerância ao frio do que ao calor.

As temperaturas mais quentes impactam de forma mais significativa (pois usamos mais da capacidade cognitiva para enfrentar a “ameaça” de superaquecimento perceptível), deixando menos recursos disponíveis para tarefas cognitivas. Isso é particularmente evidente ao abordar tarefas complexas.

Se você está desconfortável porque o seu local de trabalho está muito quente ou frio, isso consome capacidade cognitiva porque o principal trabalho do seu cérebro é gerenciar sua fisiologia.

  • Interrupções de Tarefas

Não importando o motivo (alguém parando na sua mesa para uma conversa, um telefonema, uma mensagem instantânea, ou o inevitável alerta de um novo email), as interrupções no nosso fluxo de trabalho e processos de pensamento podem ter sérios impactos em nosso desempenho e produtividade.

Estudos mostraram que, em média, mudamos entre tarefas a cada três minutos. Então, um ES tentando trabalhar em uma tarefa que exige foco prolongado e concentração realmente está lutando uma batalha perdida quando sua tarefa primária é interrompida, pois nesse momento o cérebro tem que largar sua linha de pensamento para lidar com a interrupção – o que pode levar minutos, e depois vai levar uma outra quantidade de tempo igual para retomar a linha de pensamento que estava acontecendo antes da interrupção.

Muitas pessoas afirmam-se “multitarefa”, e esta é geralmente uma habilidade desejável no local de trabalho moderno de hoje. Mas, o que muitas vezes acontece é que a nenhuma das tarefas é atribuído o tempo, esforço, e foco necessários para uma conclusão bem-sucedida, e cada uma acaba sendo completada em um tempo um pouco mais longo e com menor precisão.

  • Iluminação

Iluminação nos afeta fisicamente, fisiologicamente e psicologicamente.

Estudos recentes mostraram que a exposição a iluminação insuficiente ou inadequada pode interromper nossos ritmos padrão, o que pode resultar em consequências adversas para o desempenho cognitivo, segurança e saúde. A luz estimula uma ampla gama de respostas fisiológicas, como por exemplo, redefine o ritmo circadiano (nosso relógio biológico) e melhora o estado de alerta. Os ritmos circadianos são mantidos em sincronia por uma variedade de pistas, incluindo a luz. A iluminação de alta frequência e intensidade nos põe em estado de vigilância. Sem esse estímulo, o corpo pode pensar que é hora de economizar energia e descansar.

  • Estimulação cognitiva

Pesquisas que analisam o impacto do trabalho mentalmente exigente mostram que estes estímulos realmente têm um efeito benéfico. Empregos que são cognitivamente desafiadores e variados, como os de engenheiros de software, que oferecem a oportunidade de aprendizado ao longo do tempo, podem aumentar o funcionamento mental e reduzir o efeito do declínio relacionado com a idade.

Isso também se aplica às atividades não ocupacionais e não é restrito apenas ao ambiente de trabalho. No entanto, hobbies e atividades que não sejam particularmente desafiadoras não são suficientes, o aprendizado tem que ser contínuo para que haja uma diferença mensurável. Por exemplo, enquanto aprender uma nova habilidade (como fotografia ou uma nova língua) demanda esforço, simplesmente fazer palavras cruzadas, não demanda o mesmo grau de esforço e, portanto, a melhoria é muito menos marcante.

Desempenho cognitivo e o local de trabalho dos engenheiros

As pessoas passam a maior parte de seu dia no local de trabalho, e os responsáveis pelas instalações do escritório e recursos humanos têm a oportunidade de trabalhar juntos para criar um ambiente no qual os ES possam se desenvolver. Eles podem fornecer os ambientes corretos e as ferramentas para suportar altos níveis de desempenho cognitivo; podem se certificar de que os fatores que fazem a diferença para o desempenho do cérebro de seus engenheiros sejam fornecidos, e eles podem ser educadores e influenciadores.

Se os engenheiros de software fizessem as coisas certas para maximizar o desempenho de seus cérebros, e quando chegassem ao trabalho as condições fossem reforçadas, as organizações de desenvolvimento de software poderiam gerar mais valor de cada engenheiro na folha de pagamento. Infelizmente, muitas vezes, aqueles que atuam na administração das instalações são encorajados a se concentrar no custo de entregar o local de trabalho, enquanto que o desempenho cognitivo é o que deveria estar no centro do processo de design, e não a eficiência espacial.

O que você pode fazer?

Como um líder de desenvolvimento de software há algumas coisas que você pode fazer para incentivar o desenvolvimento cognitivo de seus engenheiros:

– Reunir as pessoas relevantes para entender a ciência e educar a todos, e concordar com novos hábitos de vida e práticas de trabalho.

– Criar um local de trabalho cuidadosamente elaborado para permitir o máximo desempenho cognitivo, erradicando qualquer coisa que consuma recursos cognitivos e que não agreguem valor ao trabalho.

– Medir e monitorar como as pessoas estão participando ao fazerem as coisas que farão a diferença para o desempenho cognitivo.

Você pode criar jogos, competições para encorajar as equipes a fazerem o que é certo pelos seus cérebros. Fazer o certo vai ajudá-los a trabalhar a níveis máximos, mais frequentemente do que hoje em dia, e também vai tornar suas vidas mais gratificantes e saudáveis.

Sobre o autor

Andrew Mawsoné consultor e coach em trabalhos com equipes e espaços de trabalho. Sua paixão é ajudar organizações no processo de transição para novos modelos de trabalho que absorvam os conceitos de mobilidade, performance e uso efetivo dos recursos corporativos. Mawson fundou a Advanced Workplace Associates (AWA), ele é palestrante, escreve sobre produtividade, e liderou pesquisas sobre produtividade, performance cognitiva e gestão ágil.

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