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Remuneração é o principal fator para trocar de emprego, aponta LinkedIn

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Pesquisa da rede social indica como outros pontos de destaque desenvolvimento profissional (43%) e oportunidades de avanço na carreira (41%)

O que o levaria a trocar de emprego: Um bom ambiente de trabalho? Novos desafios? Flexibilidade de horário? De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, a “remuneração” lidera a lista de motivos que fariam com que uma pessoa a aceitasse um novo trabalho.

O quesito foi apontado quase metade (49%) dos participantes do estudo “Tendências de Talentos 2015”, conduzido pela rede social. O fator financeiro vem seguido por temas como desenvolvimento profissional (43%) e oportunidades de avanço na carreira (41%).

Outro ponto relevante é a negociação salarial. A maioria dos profissionais (60%) confia em seu próprio discernimento para determinar um salário justo enquanto quase metade dos profissionais (49%) define os patamares a parit de um ajuste percentual frente ao cargo anterior.

 

Já no processo de seleção, quase todos os profissionais se sentem inseguros em relação ao cargo e a empresa antes da entrevista, quer a vaga tenha ou não sido bem divulgada. Porém, a grande maioria afirma que uma experiência positiva na entrevista pode mudar sua opinião sobre o cargo ou a empresa (87%).

Além disso, os candidatos consideram a experiência na entrevista um fator essencial na decisão de se juntar a empresa ou continuar na jornada a procura de um emprego (77%). Após o processo seletivo, quase todos os brasileiros desejam receber feedback sobre a conversa que tiveram com o recrutador (94%).

Outro dado relevante da pesquisa é que quase todos os entrevistados consideram que ser contatados pelo futuro gerente, ou pelo recrutador, pode fazê-los aceitar uma oferta de emprego com mais rapidez (94% e 89%, respectivamente).

Considerando o fato que 85% dos brasileiros têm interesse no contato de um recrutador ou headhunter, 7% a mais que a média mundial, o LinkedIn pontua ainda que os talentos investem tempo em atividades que fortalecem as suas trajetórias profissionais e aumentam suas oportunidades de carreira, como por exemplo a atualização do currículo (39%), atividades de networking profissional (38%) e atividades de desenvolvimento profissional – como aprender uma nova competência (33%).

O levantamento contou com a participação de mais de 20 mil profissionais entrevistados em 29 países, sendo 660 deles brasileiros. A pesquisa tem como objetivo entender o comportamento dos candidatos em cada etapa do processo seletivo.

E no Brasil?

Como destaque nota-se que, em comparação à média global (70%), os brasileiros são candidatos mais passivos (77%), ou seja, não estão ativamente procurando emprego, mas aceitariam conversar com recrutadores para obter mais informações sobre novas oportunidades.

Ao procurar por outras oportunidades de emprego, um dado que chama a atenção é que mais da metade dos brasileiros contam com a ajuda de colegas e amigos (55%).

Entretanto, o Brasil é o quarto país no mundo onde os trabalhadores mais usam redes sociais profissionais para descobrir novas oportunidades (63%), atrás apenas da Espanha (70%), Chile (68%) e Cingapura (63%). Além disso, os brasileiros também utilizam sites de empregos na internet (59%).

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