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W3C anuncia o DRM como uma recomendação

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em raz√£o da principal forma√ß√£o e profundos conhecimentos em programa√ß√£o e banco de dados, √© capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inova√ß√£o que profissionais de desenvolvimento com uma forma√ß√£o √ļnica e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.
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Ap√≥s uma vota√ß√£o dividida, o cons√≥rcio da rede mundial de computadores (W3C) adotou o¬†Encrypted Media Extensions¬†em todas as suas recomenda√ß√Ķes.

No dia 6 de Junho de 2017, Tim Berners-Lee, o diretor do W3C e criador da rede mundial de computadores, escreveu sua decisão para substituir a especificação Encrypted Media Extensions (EME) para a recomendação da W3C. Ao fazê-lo, ele escreveu:

A especificação Encrypted Media Extensions ainda é a melhor alternativa para os usuários do que outras plataformas, no que se refere á tópicos de segurança, privacidade, e acessibilidade, ganhando vantagem na plataforma WEB. Enquanto esforço adicional em algumas áreas podem ser benéficos para o futuro da plataforma WEB, o W3C acredita ser apropriado fazer a especificação EME ser uma recomendação.

O EME √© projetado para permitir que navegadores executem conte√ļdo DRM utilizando o tag v√≠deo, nativa do HTML5. O EME funciona em conjunto com o Content Decryption Module (CDM) que √© o foco do debate. Por necessidade, o c√≥digo do CDM √© privado, ou seja, um programa propriet√°rio, um fato que alguns integrantes consideram uma n√£o conformidade para a web p√ļblica.

Em 2014, A funda√ß√£o Mozilla escreveu que “A especifica√ß√£o do W3C EME somente descreve a API do JavaScript para acessar o CDM. O CDM em si √© propriet√°rio e n√£o √© especificado em detalhes na especifica√ß√£o do EME.

Em 2013, quando eles ouviram que a W3C estava assumindo o DRM, o Electronic Frontier Foundation (EFF)¬†tornou-se membro integral¬†do grupo especificamente para “desafiar o DRM nos grupos futuros de trabalho”. Ap√≥s Bernes-Lee escrever sua decis√£o, o EFF apelou formalmente contestando a decis√£o dizendo que o compromisso relacionado ao US Digital Millennium Copyright Act e o Canada’s Copyright Modernization Act foi necess√°rio para proteger certas partes como os pesquisadores de seguran√ßa, de processos judiciais.

Em frente √† isso, a decis√£o se resume na formaliza√ß√£o do DRM em uma especifica√ß√£o do W3C contra as solicita√ß√Ķes dos consumidores para utilizarem os plug-ins e assistirem os conte√ļdos que quiserem. Atrav√©s de uma perspectiva pr√°tica, os navegadores padr√Ķes como o Chrome, o Edge, o Firefox, o Safari e o Opera j√°¬†suportam o EME. Os usu√°rios n√£o ver√£o nenhuma mudan√ßa e podem continuar a utilizarem servi√ßos de entretenimento como o Netflix sem nenhuma necessidade de utilizar um plug-in espec√≠fico.

Jonh Gruber escreveu que gostaria de ver DRM nativo do que ter a necessidade de utilizar plug-ins:

A Netflix por exemplo, nunca disponibilizar√° um v√≠deo sem DRM. Ou talvez seja melhor descrever que est√ļdios de televis√£o e filmes n√£o permitiriam √† Netflix fazer isso. Nem mesmo as ligas profissionais de esportes ou jogos ol√≠mpicos. Ent√£o voc√™ pode assistir Netflix em um navegador web ou n√£o pode. Se o seu navegador n√£o tem suporte para DRM nativamente, ent√£o voc√™ tem que utilizar plugins.

Logo ap√≥s a publica√ß√£o da recomenda√ß√£o, o¬†EFF renunciou ao W3C. Doctorow escreveu que o EFF havia “concordado em desistir do padr√£o EME, desde que a W3C estenda suas regras existentes de IPR para deter membros de utilizarem leis do DRM em conex√£o com o EME”. Este recurso n√£o foi adotado e acordado com o¬†back-and-forth no Twitter, o W3C diz que “a decis√£o do recurso possui a maioria dos votos, os membros avaliaram se eles queriam continuar ou n√£o”. 58.4% dos membros votaram para continuar.

A EME foi debatida com o W3C’s¬†HTML Media Extensions Working Group. A carta do grupo especifica que o cons√≥rcio mantenha um¬†HTML Working Group Decision Policy. Essa regra afirma que um pedido de consenso √© feito, mas se o consenso n√£o for encontrado, o grupo de trabalho podem perguntar aos membros.

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