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W3C anuncia o DRM como uma recomendação

W3C anuncia o DRM como uma recomendação

9 de novembro de 2017 1 Por Ramos de Souza Janones
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Após uma votação dividida, o consórcio da rede mundial de computadores (W3C) adotou o Encrypted Media Extensions em todas as suas recomendações.

No dia 6 de Junho de 2017, Tim Berners-Lee, o diretor do W3C e criador da rede mundial de computadoresescreveu sua decisão para substituir a especificação Encrypted Media Extensions (EME) para a recomendação da W3C. Ao fazê-lo, ele escreveu:

A especificação Encrypted Media Extensions ainda é a melhor alternativa para os usuários do que outras plataformas, no que se refere á tópicos de segurança, privacidade, e acessibilidade, ganhando vantagem na plataforma WEB. Enquanto esforço adicional em algumas áreas podem ser benéficos para o futuro da plataforma WEB, o W3C acredita ser apropriado fazer a especificação EME ser uma recomendação.

O EME é projetado para permitir que navegadores executem conteúdo DRM utilizando o tag vídeo, nativa do HTML5. O EME funciona em conjunto com o Content Decryption Module (CDM) que é o foco do debate. Por necessidade, o código do CDM é privado, ou seja, um programa proprietário, um fato que alguns integrantes consideram uma não conformidade para a web pública.

Em 2014, A fundação Mozilla escreveu que “A especificação do W3C EME somente descreve a API do JavaScript para acessar o CDM. O CDM em si é proprietário e não é especificado em detalhes na especificação do EME.

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Em 2013, quando eles ouviram que a W3C estava assumindo o DRM, o Electronic Frontier Foundation (EFF) tornou-se membro integral do grupo especificamente para “desafiar o DRM nos grupos futuros de trabalho”. Após Bernes-Lee escrever sua decisão, o EFF apelou formalmente contestando a decisão dizendo que o compromisso relacionado ao US Digital Millennium Copyright Act e o Canada’s Copyright Modernization Act foi necessário para proteger certas partes como os pesquisadores de segurança, de processos judiciais.

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Em frente à isso, a decisão se resume na formalização do DRM em uma especificação do W3C contra as solicitações dos consumidores para utilizarem os plug-ins e assistirem os conteúdos que quiserem. Através de uma perspectiva prática, os navegadores padrões como o Chrome, o Edge, o Firefox, o Safari e o Opera já suportam o EME. Os usuários não verão nenhuma mudança e podem continuar a utilizarem serviços de entretenimento como o Netflix sem nenhuma necessidade de utilizar um plug-in específico.

Jonh Gruber escreveu que gostaria de ver DRM nativo do que ter a necessidade de utilizar plug-ins:

A Netflix por exemplo, nunca disponibilizará um vídeo sem DRM. Ou talvez seja melhor descrever que estúdios de televisão e filmes não permitiriam à Netflix fazer isso. Nem mesmo as ligas profissionais de esportes ou jogos olímpicos. Então você pode assistir Netflix em um navegador web ou não pode. Se o seu navegador não tem suporte para DRM nativamente, então você tem que utilizar plugins.

Logo após a publicação da recomendação, o EFF renunciou ao W3C. Doctorow escreveu que o EFF havia “concordado em desistir do padrão EME, desde que a W3C estenda suas regras existentes de IPR para deter membros de utilizarem leis do DRM em conexão com o EME”. Este recurso não foi adotado e acordado com o back-and-forth no Twitter, o W3C diz que “a decisão do recurso possui a maioria dos votos, os membros avaliaram se eles queriam continuar ou não”. 58.4% dos membros votaram para continuar.

A EME foi debatida com o W3C’s HTML Media Extensions Working Group. A carta do grupo especifica que o consórcio mantenha um HTML Working Group Decision Policy. Essa regra afirma que um pedido de consenso é feito, mas se o consenso não for encontrado, o grupo de trabalho podem perguntar aos membros.

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.

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