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Como proteger a identidade de seu filho na internet

Como proteger a identidade de seu filho na internet

10 de dezembro de 2014 Off Por Ramos de Souza Janones
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Como proteger a identidade e privacidade de seus filhos na internet, protegendo-o de ameaças e potenciais predadores e bulling virtual.

A cada dia que passa, na condição de profissionais de Infosec, muitos se dedicam a proteger os bens mais valiosos de seus clientes, visando fortalecer os laços de confiabilidade e fidelidade. Para isso, os profissionais da área passam muitas horas, melhor dizendo, horas incontáveis, focados em manter os dados, a propriedade intelectual, os sistemas e os arquivos bem longe das mãos dos criminosos cibernéticos. Dessa maneira, os clientes só tem a ganhar e os profissionais também sentem-se vitoriosos, pela capacidade e competência no desempenho de um excelente trabalho. Entretanto, surge a seguinte indagação: o que está sendo feito em relação à proteção da identidade digital de nossas crianças?

Criminosos Cibernéticos Roubam Identidades de Crianças e Jovens

O roubo de identidade de crianças, pode considerado um dos crimes que mais vem crescendo nos últimos anos. Identidades de crianças e adolescentes, que gostam de passar muitas horas na Internet conversando com seus amigos, acessando suas redes sociais e navegando pelos sites de seu interesse, são roubadas 50 vezes mais do que a identidade dos adultos. O que acontece é que as pessoas, muitas vezes, estão excessivamente focadas em proteger seus filhos em relação às tantas ameaças do mundo real, que esquecem que no espaço cibernético os bandidos estão roubando a identidade das crianças para obter cartões de crédito, solicitar empréstimos, conseguir alugar de casas e até mesmo receber cuidados de saúde.

Identidades Roubadas Passam a ser Fonte de Alta Lucratividade

Além disso, os bandidos ganham dinheiro com a venda e revenda de identidade da mesma criança, em um verdadeiro loop que parece não ter fim. E eles fogem com esses dados, devido aos pais não pensarem sobre o monitoramento do seu filho ou a identidade da sua filha. Mas, por quê isso é importante? Essas crianças poderiam sair perdendo em trabalhos futuros, estágios e empréstimos que poderiam requerer, devido a uma verificação de antecedentes ou relatório de crédito, porque foram vítimas de roubo de identidade. Isso é um futuro que muitos pais estão tentando evitar para seus filhos, devido ao prejuízo e ao constrangimento que lhes poderia ser causado.

Necessidade de Maior Atenção à Segurança dos Jovens em Relação ao Convívio no Mundo Cibernético

De acordo com as declarações do executivo Chase Cunningham, ao contrário dos nossos clientes, gerentes de TI, advogados e executivos, parece que a atenção aos filhos só é levada em consideração quando eles estão ao nosso lado, sob as nossas vistas. E será que, talvez no turbilhão de dólares e declarações de renda, nós não estaríamos subestimando o valor de todos os ativos de nossa vida digital e isso envolveria a vulnerabilidade de nossos filhos? Isso porque, na condição de profissionais de Infosec, faz com que alguns de nós se esqueça sobre a criação de uma estratégia de segurança para os nossos filhos enquanto estes estão em casa, quando estamos advogando no âmbito da defesa cibernética, pois é o que fazemos todos os dias.

Se realmente queremos um futuro seguro, devemos perguntar-nos: “o quê” estamos fazendo para proteger as crianças que fazem parte de nossas vidas da mesma forma como nós fazemos em relação aos nossos clientes? As crianças não compram soluções de segurança de nível empresarial nos dias de hoje. Ainda não. Mas isso não significa que não temos uma responsabilidade social para ajudar o seu amanhã. É por isso que agora, é mais do que essencial trazer para casa as estratégias de segurança e proteção. E isso é algo que cada um de nós pode fazer.

Em face de tudo isso, Cunningham acrescenta que ele pode não ser capaz de entender a paixão que seu filho ou sua filha mantém com um determinado(a) jovem com a qual se relaciona através da grande rede, mas pode sim priorizar proteger sua identidade para que seu futuro não seja comprometido, e para que ele não caia em nenhum tipo de armadilha. E isso não cabe apenas a minha filha ou a meu filho; isso envolve todas as crianças que fazem parte da minha vida. Além disso, um caminho pelo qual os profissionais de segurança cibernética podem começar a proteger os nossos bens mais vulneráveis, é salvaguardando as identidades das crianças, sejam sobrinhas, sobrinhos, netos, vizinhos, amigos de nossos filhos, enfim, o que importa é proteger aqueles que pudermos e educar aqueles que precisam de uma atenção maior em relação ao assunto em questão.

Pais Precisam ser mais Atentos Quanto à Segurança da Identidade de seus Filhos

Muitos pais que estão fora dos círculos de segurança, não consideram a possibilidade de proteger a identidade de seus filhos de forma mais enérgica. Mas, como sabemos dos riscos dessa negligência, quando eles derem conta de que precisam fazer alguma coisa para proteger seus filhos, já será tarde demais. Então, é necessário começar ensinando aos pais os sinais de alerta, de que a identidade de seu filho pode estar em perigo. Aí vem as perguntas: Será que o IRS enviou uma notificação dizendo que seu filho não paga imposto de renda ou que o número de segurança social do seu filho foi usada em duplicidade? Você está recebendo cobranças ou contas em nome do seu filho para serviços que ele não tenha recebido? Se a sua carteira foi roubada, no momento do roubo, você estava levando informações sobre seus filhos dentro dela?

Se a resposta for sim a qualquer uma destas perguntas, é hora de agir! E como profissionais de Infosec, podemos incentivar os pais a fazer o seguinte:

1. Verifique se o seu filho tem um relatório de crédito, pedindo a cada empresa de comunicação. Faça um contato com Equifax, Serasa Experian e TransUnion – para executar uma busca manual de arquivo do seu filho. As empresas vão verificar se há menções de nome e número de segurança social dele, bem como todos os arquivos. Além disso, procure acompanhar o seu próprio relatório de crédito para as menções de seus filhos. Se o os registros de seu filho constarem nesses serviços, é um sinal de que alguém pode estar usando a identidade dele porque, por lei, as crianças menores de 18 anos não devem ser mencionadas em relatórios de crédito.

2. Solicitar aos relatórios das empresas de crédito para remover todas as contas e avisos de cobrança em nome do seu filho, assim como seu número de segurança social. Em seguida, coloque um alerta de fraude em sua conta e faça um boletim de ocorrência mencionando a prática de fraude junto a Comissão Federal do Comércio.

3. Considere a compra de um serviço que irá monitorar a identidade de seu filho, em busca de sinais de fraude de identidade. Este é um presente que deve ser dado às crianças que fazem parte da sua vida.

4. Cada festa de aniversário “Sweet 16″, não deve ser considerada completa, até que você tenha verificado o relatório de crédito da sua filha ou de seu filho. Dessa forma, se você encontrar qualquer evidência de fraude ou mau uso dos dados deles, você terá tempo para corrigi-lo antes de submetê-lo a um empréstimo envolvendo questões profissionais, escolares, a compra de um carro ou até mesmo a compra de um novo apartamento.

Os principais riscos da internet para as crianças

1 – Captação de informações pessoais e “grooming”

A mente de uma criança ainda é muito inocente. Por causa da facilidade de se disfarçar e mentir na internet, dificilmente a criança conseguirá interpretar se existe ou não a má intenção por traz de uma conversa. Daí, ela pode dar informações que a princípio parecem bobas e sem importância, mas quando conectadas à outras informações, formam um mapa valioso de referências que podem ser usadas para o mal.

Isso compromete a segurança da sua família inteira!

Até mesmo adultos fornecem informações pessoais, sem perceber.

Tudo isso, pode ser uma brecha para a captação de informações pessoais via internet. Ao conectar imagens, pontos de localização, uniformes e etc, pessoas mal intencionadas realizam crimes como o sequestro, por exemplo. Uma simples foto pode ser o elemento que faltava para a realização de um crime.

Existe um grande risco da criança ser persuadida ou coagida a passar informações como senha, endereço, nomes e dados pessoais. Por isso, as crianças devem ser orientadas e protegidas.

Já a prática do grooming é quando uma pessoa usa informações pessoais fornecidas em redes sociais ou em bate-papo, por exemplo, para convencer a outra a fazer alguma coisa fora da internet. O criminoso pode usar do artificio da chantagem ou ameaças para coagir crianças e adolescentes.

2 – Assédio sexual online através da internet ou redes sociais

A criança pode muitas vezes não perceber que, a pessoa que está do outro lado, não é outra criança (e sim um adulto se passando por uma). Assim, podem ser ludibriadas e se tornarem alvos de pedofilia e assédio sexual online.

Conheço um caso próximo que o assediador da internet chegou a tentar buscar a menina na escola. Isso é um alerta, pois alguns pais pensam que o criminoso está distante e que isso não aconteceria na casa dele.

É preciso prestar atenção no comportamento das crianças, que costumam ficar mais introspectivas, agressivas e até evitam o uso da internet.

Caso o seu filho esteja sofrendo assédio sexual pela internet, preserve as provas, fotografe ou imprima a página. Faça uma denúncia e procure ajuda da policia.

A tendência da família é apagar as provas e muitas vezes não denunciar. É muito importante que você faça uma denúncia formal, na polícia e na delegacia de crimes cibernéticos da sua cidade. Isso vai ajudar a proteção do seu filho e de outras crianças.

Sempre que perceber alguma coisa errada, você pode denunciar por meio do site www.denuncie.org.br. A Internet não é “terra sem lei”. Apesar da sensação de anonimato, quem praticar crime por meio dela, pode ser identificado e será punido.

3 – Violência virtual: cyberbullying

Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam um tipo de bullying ainda mais perverso.

Muitas crianças sofrem com este tipo de violência na escola. Esse tormento se torna muitas vezes permanente por causa da facilidade que as informações são multiplicadas pela internet — mas também pela dificuldade que é retirar certas imagens, vídeos e comentários da internet.

Isso faz com que as crianças e adolescentes humilhados não se sintam seguros.

Suas consequências são graves e podem causar danos psicológicos e traumáticos, desencadeando até patologias.

Uma pesquisa feita pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos, aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.

Provavelmente, nesse exato momento está acontecendo um cyberbullying em alguma escola do Brasil. Será que você e seu filho sabem lidar com isso?

Agora que vimos os 3 principais riscos que a internet e redes sociais oferecem para as crianças, vamos ver 8 dicas de segurança para você orientar seu filho — mas também para proteger sua família contra crimes digitais e dolorosas perseguições online.

Segurança na internet para as crianças

As informações abaixo são para a orientação dos pais. Siga atentamente as 8 dicas de segurança na internet abaixo e aplique as que considerar importante. (Eu particularmente considero todas importante! )

Dica de segurança na internet #1: cuidado com posts e fotos que comprometem a sua segurança

  • Não divulgue fotos da criança em momentos íntimos ou nua. Podem ser usadas para fins indevidos como pedofilia.
  • Evite ou não divulgue fotos recentes com uniforme da escola ou outras referências que ajude a identificar locais que seu filho frequenta.
  • Não poste fotos dos amigos do seu filho, sem permissão dos outros pais.
  • Não poste fotos dos seus filhos com objetos de valor da família, como carro, jóias, itens tecnológicos, etc.
  • Cuidado com fotos em alta resolução — evite! Isso facilita a manipulação das fotos por outras pessoas para fins desconhecidos.

Dica de segurança online #2: cuidado para não divulgar sua localização

Evite divulgar a localização de lugares que você frequenta como: seu trabalho, academia, restaurantes, parquinhos, etc.

É possível transmitir a informação pelo facebook, instagram ou foursquare, por exemplo. Desative o “serviço de localização” do seu celular e evite passar a localização “sem querer”.

Segurança digital #3: programas que protegem seu filho na internet

Existem alguns programas para monitorar os filhos na internet, como o KidSafe Explorer e também o KidsWatch Time Control. Ambos, porém, são pagos. Antes de achar isso ruim, reflita: quanto vale a segurança da sua família?

Caso você não queira gastar para manter a segurança e o controle sobre o que seu filho faz na internet, pode utilizar a ferramenta de “Controle dos Pais” presente no Windows (já existe dentro do windows vista e windows 7).

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Para acessar o “Controle dos Pais” no windows , utilize a barra de pesquisa rápida do menu iniciar e digite “Controle dos Pais”.

Segurança Online - Controle dos Pais Windows - Controle Parental no Windows 7

Clique sobre a opção e então você será levado para uma nova janela, na qual poderá ativar este controle.

É importante lembrar que esta ferramenta só pode ser ativada por uma conta de administrador sobre uma conta de usuário normal.

Os programas ajudam, mas nunca podem substituir o acompanhamento dos pais.

Dica #4: monitoramento das redes sociais

O ideal é que as crianças não acessem redes sociais antes dos 13 anos. O facebook mesmo, por exemplo, estipulou idade mínima de 13 anos para ter acesso.

Entretanto, conseguir impedir que um jovem nessa idade tenha acesso às redes sociais é praticamente impossível.

E, muitas vezes, é através das redes sociais que seu filho entra em contato com estranhos e contatos indesejados.

Você não precisa utilizar nenhuma aplicativo para monitorar todos os passos do seu filho, mas pode ensiná-lo a se proteger e ficar atento.

Existem aplicativos que monitoram palavras e nomes na internet. Você pode receber um alerta quando o nome do seu filho for citado, por exemplo. O SCUP é uma destas ferramentas. Pode ser que seu filho tenha um nome muito comum, e por isso você não tenha o resultado esperado. Você deve saber calibrar o monitoramento para que consiga os resultados adequados (talvez eu escreva sobre isso em outro texto).

Muitas vezes, levantar este assunto e conversar abertamente é uma das melhores precauções que você pode tomar contra tantos riscos. Você deve conseguir manter um diálogo sobre isso com seus filhos. Transmita confiança e mostre abertura para falar sobre assuntos — por mais delicados que sejam.

Ensine para seu filho que na internet também vale aquela regra de: “não conversar com estranhos”.

Converse várias vezes com ele e diga que a pessoa do outro lado pode não ser quem ela diz ser.

“Aceitar amizade apenas de quem já é amigo no mundo real” — é uma excelente dica dada pelo diretor de marketing da AVG Brasil, Mariano Sumrell.

Dica de segurança online #5: disfarces online do bandido – perigo da pedofilia

Talvez este seja um dos maiores medos dos pais: seu filho ser vítima de pedofilia.

Oriente seu filho sobre o risco de pessoas mal intencionadas. Ensine-o a identificar os possíveis pedófilos.

O pedófilo normalmente passa por um processo, por meio do qual, ele conquista a confiança da criança. Normalmente ele usará jogos, truques, atividades e linguagens para ganhar a confiança e enganar a criança.

Entre essas táticas estão: guardar segredos (os segredos são muito valiosos para a maioria das crianças), carícias, beijos, toques, comportamentos sexualmente sugestivos, exposição da criança a materiais pornográficos, coerção, suborno, bajulação. Essa táticas, são usadas basicamente para confundir e ludibriar a criança.

Muitos pedófilos fazem as crianças sentirem vergonha e solicitam fotos, vídeos e até encontros para deixá-las “em paz” – chantagem e coerção.

Dica de segurança digital #6: bloqueio de páginas na internet

Nos computadores há opções de bloqueio de conteúdo. Com essas ferramentas é possível classificar as páginas que podem ser acessadas.

O bloqueio de “conteúdo inapropriado” evita problemas de acesso a sites que não estão compatíveis com a idade da criança.

Porém, uma pesquisa do Comitê Gestor da Internet revelou que 31% das crianças sabem mudar filtro que barra acesso a sites e que 71% dos pais creem que seu filho navega em segurança.

Neste caso, é necessário muito diálogo e confiança.

Fique atento para quando a turminha do seu filho se juntar na frente do computador. Normalmente as crianças ficam mais ousadas quando estão em grupo — isso pode ser uma desculpa para quebrar as regras e combinados feitos com você (que são os pais).

Dica 7: deixe seu facebook e outras redes sociais no modo privativo

Deixe seu facebook configurado para que as atualizações somente possam ser vista pelos seus “amigos”. E para aumentar ainda mais a privacidade, direcione as pessoas com menos intimidade para a categoria “conhecidos”.

Estes conhecidos continuaram na sua rede, mas sem receber determinadas postagens. Uma lista de amigos íntima e restrita ajuda a manter um pouco a privacidade.

Ao publicar fotos e textos, publique com a opção “Amigos, exceto conhecidos”.

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No instagram, indico colocar “conta privada”. E claro, não aceite ser amigo de pessoas desconhecidas no seu instagram pessoal.

Segurança digital dica #8: Verifique com frequência o histórico dos sites visitados pelo seu filho.

Verificar o histórico é uma forma de saber o que os filhos estão acessando.

Contudo, muitas crianças e adolescentes já sabem que os pais fazem isso e acabam apagando o histórico.

Muitos utilizam ainda o modo anônimo do navegador, não sendo possível monitorar as atividades deles sem o uso de software ou hardware de terceiros.

Como orientar seus filhos para usarem a internet e redes sociais de forma saudável?

Muitas vezes, os filhos pequenos não tem noção do que é certo ou errado. Segundo Pieget, certas habilidades de discernimento nas crianças menores de 12 anos ainda não foram desenvolvidas.

Para ajudá-las na orientação dos seus filhos, separei 12 dicas úteis de como orientar seus filhos quanto a segurança na internet e redes sociais.

  1. Os pais devem estimular os filhos a contarem para eles sobre as experiências na internet.
  2. Deixe claro para as crianças que só devem aceitar nas redes sociais pessoas conhecidas.
  3. Ensine seu filho a não falar mal de amigos nas redes sociais (evite o cyberbullying)
  4. Limite o uso da internet somente na presença dos pais no local (mesmo ambiente), em crianças com idade precoce. E quanto menor a idade, menor o tempo na internet. 
  5. Oriente seu filho a nunca passar informações pessoais, endereço, nome completo, fotos a qualquer pessoa pela internet.
  6. Oriente a não mencionar nomes de primos, atividades dos tios ou outros acontecimentos familiares.
  7. Alguns site maliciosos parecem jogos, mas são armadilhas para pegar senhas ou dados pessoais. Oriente seu filho a te chamar, caso ele queira brincar com um novo joguinho online ou quando ele tiver dúvida se o site é seguro.
  8. Oriente seu filho a nunca passar qualquer senha para outras pessoas. Mesmo que seja um grande amiguinho da escola.
  9. Oriente seu filho a nunca permitir ser filmado por um estranho.
  10. Oriente seu filho a nunca marcar encontros com desconhecidos (ou conhecidos só da internet) sem estar acompanhado de um adulto.
  11. Oriente seu filho a chamar um adulto imediatamente caso se sinta constrangido ou ameaçado.
  12. Ensine seu filho a se deslogar de qualquer sistema. Ensinar a sair de qualquer sessão aberta no computador, celular, jogos, e-mail são grandes aliados de prevenção e na segurança.
  13. Ensine seus filhos a diferença do que é bom e do que é ruim na internet e compare com situações do mundo real.

Abaixo, um vídeo com orientações extras que podem te ajudar a compreender um pouco mais sobre a segurança na internet.

Maior Cuidado no Tratamento das Informações Relacionadas aos Filhos

Lembre-se de tratar a informação pessoal do seu filho como você trata o seu próprio. Estar especialmente protegido quando se trata de compartilhar a identidade do seu filho é primordial, porque você pode estar colocando o seu futuro em risco. E de acordo com o executivo Chase Cunningham, na minha dele, as suas filhas são os ativos mais valiosos de todos. Então profissionais de Infosec – lembrem sempre da enorme necessidade de proteger os ativos de suas crianças e jovens, da mesma forma que é feito com os seus melhores clientes. Nossas crianças merecem o melhor que lhes podemos dar neste mundo digital, e uma identidade livre de fraudes e abusos é um ótimo começo. Como nossos filhos fazem parte do mundo digital de forma cada vez mais estreita, é preciso ser pais vigilantes e atentos ao movimento e a todas as atividades que eles desempenham na Web.

Com informações de Under-Linux e Net-Security.

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Ramos de Souza Janones

Janones, é um empreendedor brasileiro apaixonado por empreendedorismo e tecnologia. Ao longo dos anos trabalhando com o desenvolvimento de softwares desktop desde a linguagem Clipper, passando pelo Delphi e atualmente com Java.

Optou pela formação de Publicidade e Marketing por sua segunda empresa de tecnologia ter participado do "boom" da internet nos anos 90 e na procura de melhorar seus conhecimentos em negócios.

Em razão da principal formação e profundos conhecimentos em programação e banco de dados, é capaz de realizar o desenvolvimento de aplicativos web, desktop e mobile com maior criatividade e inovação que profissionais de desenvolvimento com uma formação única e mais especifica, dedicada somente ao desenvolvimento de softwares.

Com toda sua experiência com empresas de software, sua formação e paixão por negócios escreveu o livro "Marketing para Empresas e Profissionais de Software", publicado pela editora carioca Ciência Moderna em 2012. Além de outros livros sobre programação.

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